MPF questiona Fiocruz sobre capacidade de produção de vacina

Estudo da vacina de Oxford contra a covid-19

Estudo da vacina de Oxford contra a covid-19
Divulgação/Oxford University

O MPF (Ministério Público Federal) pediu esclarecimentos nesta sexta (18) à Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) sobre a vacina que será produzida pela instituição, que firmou parceria com o consórcio Oxford/AstraZeneca.

O ofício é assinado por  procuradores da República do Amazonas, Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe. 

O “Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19” prevê a aquisição de mais de 100 milhões de doses até julho e 30 milhões de doses por mês no segundo semestre de 2021, o que torna esse imunizante a principal aposta do Ministério da Saúde.

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O MPF quer saber se foram realizadas adaptações na sua planta para produção da nova vacina. Além disso, os procuradores perguntam qual a capacidade produtiva atual e se a fundação será capaz de atender as aquisições previstas pelo plano nacional de vacinação ou até ampliar a produção, caso ocorra aumento da demanda.

Outro ponto que a Fiocruz deve esclarecer diz respeito aos recentes questionamentos científicos sobre a validade dos testes clínicos e às reações adversas possivelmente associadas à vacina AstraZeneca. Esses problemas podem atrasar a aprovação emergencial ou o registro pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e, consequentemente, a produção do imunizante pela Fiocruz.

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