Dezembro 4, 2020

Especialistas não acham vestígios de coronavírus no metrô de Londres

Para epidemiologista, maior problema é o comportamento humano

Para epidemiologista, maior problema é o comportamento humano
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Especialistas do Imperial College de Londres não encontraram vestígios do novo coronavírus na rede de metrô e ônibus da capital britânica, segundo resultados de testes realizados em várias estações e rotas divulgados nesta terça-feira (3).

As amostras foram coletadas do ar e das áreas comuns que costumam ser tocadas pelos passageiros, como máquinas de venda automática de bilhete, barreiras e corrimãos.

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Segundo o jornal britânico London Evening Standard, os testes foram realizados nas estações londrinas de Waterloo e Euston e na linha de metrô do Norte, bem como em algumas rotas de ônibus.

No mês passado, após os primeiros testes realizados pelo Imperial College não encontrarem nenhum traço do vírus, o chefe do Tfl, Andy Byford, pediu aos cidadãos que voltassem a usar a rede de transporte público.

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Um epidemiologista do Imperial College que não participou desses testes, Roy Anderson, afirmou ao London Evening Standard que, geralmente, “o contato com as superfícies não é o principal problema” na transmissão da Covid-19.

“O maior problema é o nosso comportamento como indivíduos e como grupos. No exterior, a probabilidade de transmissão é muito menor do que em espaços fechados. Essas partículas estão no ar. Isso é o mais importante”, explicou.

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Ele acrescentou que embora “seja claro” ser necessário prestar atenção às superfícies contaminadas, o vírus se espalha mais “pela inalação de gotas ou microgotículas”.

Os resultados destes últimos testes mensais foram trazidos à tona faltando dois dias para a Inglaterra voltar ao confinamento, que tem início nesta quinta-feira (5). A decisão foi tomada após o aumento alarmante dos casos de covid-19 no país.

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